Modelo Carol Ribeiro choca seguidores após revelar diagnóstico

A modelo e empresária Carol Ribeiro, de 45 anos, revelou que convive com esclerose múltipla há pelo menos dois anos. Durante um evento realizado nesta segunda-feira (31/3), ela compartilhou que recebeu o diagnóstico da doença após começar a sentir sintomas preocupantes em 2023.

“No início, pensei que poderia ser síndrome do pânico, mas, no final, o diagnóstico foi esclerose múltipla. Os sintomas eram muito parecidos com os da menopausa: ondas de calor, sensação de estar suando intensamente, visão turva e um raciocínio mais lento”, relatou Carol.

Como Carol Ribeiro explicou o tratamento?

Carol Ribeiro – Foto: Reprodução/Instagram

Ela também explicou que, após a descoberta, iniciou um tratamento com imunossupressores e imunomoduladores, que reduzem a imunidade. “É preciso complementar com terapias alternativas, especialmente na alimentação”, acrescentou.

Carol iniciou sua carreira como modelo aos 16 anos, após vencer o concurso Elite Model Look. Desde então, desfilou para grandes marcas, como Gucci, Valentino e Yves Saint Laurent.

Quais são os sintomas da esclerose múltipla?

Os sintomas da esclerose múltipla são diversos e podem incluir fadiga extrema, problemas de visão, dificuldades motoras e cognitivas, além de sensações de formigamento ou dormência. Esses sintomas podem surgir de forma súbita ou se desenvolver gradualmente ao longo do tempo.

É importante destacar que os sintomas podem variar significativamente de uma pessoa para outra. Alguns indivíduos podem experimentar apenas sintomas leves, enquanto outros podem enfrentar desafios mais severos que impactam suas atividades diárias. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são essenciais para gerenciar a doença de forma eficaz.

Como é feito o diagnóstico da esclerose múltipla?

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O diagnóstico da esclerose múltipla envolve uma combinação de exames clínicos, testes de imagem, como ressonância magnética, e análise do líquido cefalorraquidiano. Esses procedimentos ajudam a identificar lesões no sistema nervoso central e a excluir outras condições que possam causar sintomas semelhantes.

Os médicos também consideram o histórico médico do paciente e realizam uma avaliação neurológica detalhada. A confirmação do diagnóstico pode levar tempo, pois é necessário observar a evolução dos sintomas e a resposta ao tratamento.

Principais etapas do diagnóstico:

  • Histórico clínico e exame neurológico: O médico irá investigar os sintomas do paciente, como alterações visuais, motoras, sensoriais e cognitivas, além de realizar um exame neurológico completo para avaliar a função do sistema nervoso.
  • Ressonância magnética (RM): A RM é um exame de imagem fundamental para detectar lesões características da EM no cérebro e na medula espinhal.
  • Análise do líquido cefalorraquidiano (LCR): A punção lombar, procedimento para coleta do LCR, pode revelar a presença de bandas oligoclonais, um marcador inflamatório comum na EM.
  • Potenciais evocados: Exames como o potencial evocado visual, auditivo e somatossensorial podem avaliar a condução dos impulsos nervosos e detectar alterações sugestivas de EM.
  • Critérios de McDonald: Os critérios de McDonald são um conjunto de diretrizes que auxiliam no diagnóstico da EM, levando em consideração os sintomas, os exames de imagem e a disseminação das lesões no tempo e no espaço.
  • Exames de sangue: Embora não haja um exame de sangue específico para EM, alguns exames podem ser solicitados para descartar outras doenças com sintomas semelhantes.

Qual o tratamento?

Embora a esclerose múltipla não tenha cura, existem tratamentos disponíveis que ajudam a controlar os sintomas e a retardar a progressão da doença. Os medicamentos imunomoduladores e imunossupressores são frequentemente utilizados para reduzir a atividade do sistema imunológico e prevenir novos surtos.

Além dos medicamentos, terapias complementares, como fisioterapia, terapia ocupacional e mudanças na dieta, podem ser benéficas. A abordagem multidisciplinar é fundamental para proporcionar uma melhor qualidade de vida aos pacientes, permitindo que eles mantenham sua independência e realizem suas atividades diárias com mais facilidade.

Viver com esclerose múltipla pode ser desafiador, pois a doença afeta não apenas a saúde física, mas também o bem-estar emocional e social dos pacientes. O apoio de familiares, amigos e profissionais de saúde é crucial para ajudar os indivíduos a lidar com as dificuldades diárias e a manter uma atitude positiva.

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